Do dia 19 a 27 de julho acontece a Semana do Livro Nacional e, para celebrar essa data, pedi para 7 escritores brasileiros (ou que morem aqui) indicarem uma obra brasileira que os tenha marcado. Uma indicação por dia.
O último livro que li foi Rio: Zona de Guerra, um romance policial cyberpunk. E para fechar essa série de dicas literárias, decidi entrar em contato com o autor Leo Lopes e pedir para ele também colaborar aqui. O Leo é formado em Comunicação Social e Direito, é pai novo e fã de histórias fantásticas e RPG.
Confira a indicação de literatura nacional do escritor. Aliás, as indicações! :-D
A primeira ideia que me veio à cabeça, quando o Rafael falou comigo sobre os posts da Semana do Livro Nacional, foi falar do “Branca dos Mortos e os Sete Zumbis”, do Fábio Yabu, que foi o último livro nacional que eu li, só que lendo os posts dos outros autores foi me batendo um sentimento de nostalgia e fui me apegar aos primeiros livros que realmente fizeram despertar o gosto pela leitura. Aquela sensação de ansiedade pelo próximo volume.
Eu devia ter entre dez e doze anos quando descobri a Coleção Vagalume. Eram livros voltados em sua maioria para o público juvenil, escritos (encomendados acho eu) por vários autores para a editora Ática. Eu me deliciava lendo “O mistério do cinco estrelas” e “O Rapto do Garoto de Ouro”, de Marcos Rey e o “Escaravelho do Diabo”, de Lúcia Machado de Almeida (confesso que lembrava dos livros e títulos, mas tive que pesquisar o nome dos autores).
Guardadas as devidas proporções de tiragens e marketing, esses livros foram os Harry Potters e Percy Jacksons da minha época de introdução ao mundo dos livros. Curiosamente, pesquisando o nome dos autores, descobri que esses livros não só foram enormes sucessos editoriais em sua época, mas continuam sendo editados até hoje. Juro que em minha próxima incursão à livraria sairei com um exemplar de cada um dos três e com um sorriso no rosto.
Para acompanhar as novidades do autor, acesse o blog e a página no Facebook de seu livro Rio: Zona de Guerra. E caso tenha se interessado na obra, ela está com desconto na loja CH: bit.ly/riozonadeguerra
O último livro que li foi Rio: Zona de Guerra, um romance policial cyberpunk. E para fechar essa série de dicas literárias, decidi entrar em contato com o autor Leo Lopes e pedir para ele também colaborar aqui. O Leo é formado em Comunicação Social e Direito, é pai novo e fã de histórias fantásticas e RPG.
Confira a indicação de literatura nacional do escritor. Aliás, as indicações! :-D
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A primeira ideia que me veio à cabeça, quando o Rafael falou comigo sobre os posts da Semana do Livro Nacional, foi falar do “Branca dos Mortos e os Sete Zumbis”, do Fábio Yabu, que foi o último livro nacional que eu li, só que lendo os posts dos outros autores foi me batendo um sentimento de nostalgia e fui me apegar aos primeiros livros que realmente fizeram despertar o gosto pela leitura. Aquela sensação de ansiedade pelo próximo volume.
Eu devia ter entre dez e doze anos quando descobri a Coleção Vagalume. Eram livros voltados em sua maioria para o público juvenil, escritos (encomendados acho eu) por vários autores para a editora Ática. Eu me deliciava lendo “O mistério do cinco estrelas” e “O Rapto do Garoto de Ouro”, de Marcos Rey e o “Escaravelho do Diabo”, de Lúcia Machado de Almeida (confesso que lembrava dos livros e títulos, mas tive que pesquisar o nome dos autores).
Guardadas as devidas proporções de tiragens e marketing, esses livros foram os Harry Potters e Percy Jacksons da minha época de introdução ao mundo dos livros. Curiosamente, pesquisando o nome dos autores, descobri que esses livros não só foram enormes sucessos editoriais em sua época, mas continuam sendo editados até hoje. Juro que em minha próxima incursão à livraria sairei com um exemplar de cada um dos três e com um sorriso no rosto.
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Para acompanhar as novidades do autor, acesse o blog e a página no Facebook de seu livro Rio: Zona de Guerra. E caso tenha se interessado na obra, ela está com desconto na loja CH: bit.ly/riozonadeguerra

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